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Você conhece o Maio Roxo, e Maio Amarelo?

Todos os meses temos diversas campanhas na área da Saúde, e esse mês de maio temos duas campanhas importantíssimas! Fique ligado e faça parte dessa causa!




Maio Roxo: Mês de falar sobre as doenças inflamatórias intestinais

Fonte: Reportagem do Minuto Saudável

Durante os 31 dias do mês de maio, a cor roxa pode ter diferentes significados quando se fala sobre saúde. E cada um visa alertar a população.

As doenças inflamatórias intestinais são pouco conhecidas. Por isso, com o objetivo de divulgar essas doenças e conscientizar a população, a Federação Europeia de Colite Ulcerativa e Crohn (EFCCA, sigla em inglês) criou o Maio Roxo.

E há um dia especial para a conscientização: 19 de maio é o dia mundial das Doenças Inflamatórias intestinais.

O Brasil começou a participar das ações em 2016 e vários municípios brasileiros fazem ações e promovem iniciativas para levar informações à população.

Mas a campanha é feita todos os anos desde 2012 pela EFCCA (Federação Europeia de Colite Ulcerativa e Crohn, sigla em inglês).


O que são doenças inflamatórias intestinais (DII)?

As doenças inflamatórias intestinais (DII) são infecções que afetam alguma parte do sistema digestório causando feridas internas nos tecidos e órgãos, entre eles intestino delgado, intestino grosso e reto.

Essas alterações fazem parte da vida de aproximadamente 5 milhões de pessoas em todo o mundo.

No Brasil, a cada 100 mil pessoas, 13 tem alguma DII. A mais comum é a Doença de Crohn (presente em 53% dos casos).

Pessoas que tiveram familiares com essas doenças têm uma predisposição maior para desenvolvê-las.

Mesmo sendo crônicas, as DII não são fatais, mas precisam de tratamento e acompanhamento.

Os jovens (entre 15 e 40 anos) são os mais afetados, mas todas as faixas etárias, especialmente os idosos (com mais de 60 anos) também devem ficar alertas aos sintomas.

Vale lembrar que as doenças inflamatórias intestinais não são contagiosas e as causas ainda são difíceis de determinar.

Apesar de não haver cura, os tratamentos podem devolver a qualidade de vida aos pacientes.


- Doença de Crohn

A Doença de Crohn pode afetar qualquer parte do sistema digestório (desde a boca até o ânus).

Os principais sintomas são dores na região do abdômen, febre, perda de peso, redução do apetite e necessidades urgentes de evacuar, com fezes que podem ser acompanhadas de pus ou sangue.

A enfermidade pode ser amenizada pelo uso de medicamentos controlados e alimentação leve para não irritar o intestino.

Essa patologia é dividida em 2 fases:

Aguda (ativa), quando a doença causa inflamações caracterizadas principalmente por dores,Remissão, quando não há sintomas.

A doença de Crohn não tem uma única causa. Acredita-se que alguns fatores como genética, tabagismo e histórico pessoal de doenças intestinais podem contribuir para o aparecimento dela.


- Colite Ulcerativa

A colite ulcerativa é uma doença inflamatória que afeta uma ou mais camadas do cólon (intestino grosso). Cerca de 30 mil novos casos da doença são diagnosticados todos os anos.

Os sintomas envolvem diarreia, fezes acompanhada de sangue, dor abdominal, redução do apetite e feridas no intestino grosso.

O diagnóstico é feito por exames laboratoriais solicitados por um médico coloproctologista e o tratamento é feito por meio de medicamentos e cuidados alimentares.

Em alguns casos, é necessário a cirurgia para a retirada parcial da parte infectada. Fatores ambientais, genéticos e condições do sistema imunológico podem estar envolvidos na causa da colite.

No mês de maio, o alerta é roxo! As doenças inflamatórias intestinais ainda não têm cura, mas o tratamento demonstra eficácia e dá mais bem-estar ao paciente.

Em caso de dúvidas ou suspeitas procure um médico o quanto antes possível.


Maio Amarelo: a Campanha lembra importância da conscientização no trânsito

Fonte: Reportagem do G1


Observatório Nacional de Segurança Viária criou o movimento para conscientizar motoristas, motociclistas, ciclistas, pedestres a evitar atitudes perigosas, que custam vidas.

Começou nesta quarta (1º) a campanha que lembra a importância da educação no trânsito pra salvar vidas.

César Menezes: “Eu nasci na década de 60 e o carro da minha família era sem o retrovisor externo do lado direito, vinha de fábrica, não era exigido. Dentro, a gente tinha até uma alça pra segurar, mas cinto de segurança, nem na frente, nem atrás. E eu não me lembro sei quantas vezes eu viajei no espaço em cima do motor, atrás do banco, que a gente chamava de chiqueirinho. A velocidade máxima na estrada era de 80 kmh, mas a gente via muita gente passar a 100 kmh, 120 kmh e não tinha radar. Tudo isso parece bem absurdo hoje. É que muita coisa mudou: na fiscalização, na tecnologia dos carros, na forma de conduzir. Tudo pra dar segurança na hora de dirigir”.

Além do cinto, os carros ganharam airbag, freios ABS. Hoje, tem mais tecnologia até pra aprender a dirigir. Simuladores preparam os candidatos para enfrentar as ruas e as situações de perigo.

“Você entra nas aulas práticas já com a vantagem, você já sabe o que fazer pelo menos no básico, mesmo sendo diferente na hora, você tem os básicos”, conta Gabriel Dudenas, estudante.

As estradas também melhoraram. Traçado, asfalto, sinalização. A lei ficou mais rigorosa. Quem passa dos 20 pontos na carteira de motorista fica sem dirigir por um tempo. E a gente sabe que está difícil escapar da fiscalização. Ela ficou muito mais eficiente. Mas apesar de tantos avanços, milhares de brasileiros continuam morrendo todos os anos em acidentes de trânsito. E quase todos eles têm um ponto em comum: a imprudência.

“A gente precisa que o brasileiro ajuste a sua conduta não só por medo da multa, mas principalmente por saber que as suas escolhas no trânsito aumentam ou diminuem o risco de acidente”, destaca Tibério de Freitas, porta-voz da PRF-SP.

Um estudo de uma agência do Departamento de Transportes do governo norte-americano concluiu que, em 94% dos acidentes analisados lá, a causa foi um erro humano. A Organização Mundial da Saúde diz que a conclusão vale para o mundo inteiro.

No Brasil, o Observatório Nacional de Segurança Viária criou o movimento Maio Amarelo, para conscientizar motoristas, motociclistas, ciclistas, pedestres a evitar atitudes perigosas, que custam vidas.

“Eu não ando sozinha no carro, eu compartilho a via com outras pessoas. Então, não sou só eu que sou afetada por um acidente de trânsito”, diz uma motorista.

A sexta edição do movimento Maio Amarelo pede para o motorista ouvir o que elas dizem.


Vamos valorizar a VIDA, seja prevenindo acidentes ou tendo mais consciência das doenças que podemos desenvolver! O Phases trabalha na busca de uma vida mais saudável, equilibrada e de qualidade com uma equipe multidiscuiplinar entende que saúde é muito mais do que ausência de doença! Vamos nos cuidar e cuidar do outro também!


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